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A maior impressão do mundo

As fotos que eu tiro nos eventos tem um tamanho médio de 4 megas.

Sempre entrego para o cliente um DVD com as fotos nessa resolução máxima caso ele queira imprimir em tamanhos grandes, usar em algum catálogo ou algo do gênero… e um CD com as fotos em resolução menor, para ficar mais fácil e rápido de visualizar no computador, mandar por e-mail, postar em blogs, orkuts e afins.

Tudo isso para dizer que fiquei chocada ao saber que na semana passada, durante a CeBIT, maior evento de tecnologia do mundo, a gráfica PrintDreams exibiu o maior impresso de alta definição até agora feito.

Algumas curiosidades sobre a impressão:

– 15,5 trilhões de pontos

– 7 mil metros quadrados de área (espaço equivalente a um campo de futebol)

– 110 mil folhas de papel tamanho Ofício

– A tecnologia utilizada para fazer a impressão foi batizada com o nome de Random Movement Print Technology, que tem como foco baratear os custos de impressão.

João Armentano

Olha o que o badaladíssimo João Armentano disse na Revista Contigo:

”Desde criança, nunca quis ser outra coisa que não arquiteto. Mas se fosse obrigado a escolher outra profissão, seria fotógrafo. O fotógrafo é um arquiteto que usa luz e sombra no lugar de linhas e curvas”.

AMEI!

Foto de Marcos Rosa, com páginas do maravilhoso livro Close-Up do fotógrafo alemão Martin Schoeller.

Yukio Futagawa

Outro dia estava lendo uma Vogue dentro de um táxi e descobri Yukio Futagawa.

Anotei rapidamente o nome da minha agenda para pesquisar mais sobre ele.

Trata-se do maior fotógrafo de arquitetura do mundo, fundador da revista-referência “Global Architecture”.

O senhorzinho japonês, 76 anos, 1.60 m de altura, viajou os últimos 50 anos retratando os marcos da arquitetura mundial.

Já esteve algumas vezes no Brasil, a última foi em junho de 2008.

Trechos da matéria de Silas Martí para a Folha de São Paulo dessa última visita:

A cidade ainda acorda. Yukio Futagawa monta seu tripé e fica na ponta dos pés para fotografar o Auditório Ibirapuera. O japonês cerca os prédios como se fossem animais perigosos. Vai e volta, sem olhar no visor da câmera. Segura a respiração até ouvir o barulho do obturador.

Difícil imaginar que este velhinho que corre pelo gramado do Ibirapuera como se avistasse leões num safári, é amigo pessoal de Frank Gehry, conheceu Le Corbusier e Mies van der Rohe, descobriu Tadao Ando, principal nome da arquitetura japonesa atual. E cumprimentou Niemeyer pela primeira vez no exílio em Paris, nos anos 60.

Mas só agora está “flutuando”. É que ele acabou de armar um encontro entre o “mestre” Oscar Niemeyer e o premiado arquiteto português Álvaro Siza, no Rio.
Mesmo depois de visitar todas as grandes obras e conhecer os principais arquitetos do século 20, saiu da Casa das Canoas beliscando os braços para ter certeza de que não foi um sonho. Durante o encontro, fez 350 fotos em menos de uma hora. Ele não queria uma entrevista, pediu só para registrar tudo com sua câmera.

Talvez quisesse também reparar uma omissão. Nas mais de cem edições de sua revista, nenhuma capa estampou uma obra de Niemeyer -o campeão até hoje, e isso não é surpresa dada a paixão do fotógrafo pelo modernismo, foi Le Corbusier.
No encontro, Siza, que veio ao Brasil inaugurar seu projeto mais recente -a nova sede da Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre-, elogiou a flexibilidade de Niemeyer, que consegue resolver todo um prédio com formas simples. Niemeyer retribuiu dizendo que se impressionava com a forma que Siza trabalhava o concreto.

Juntar arquitetos é meta declarada da carreira de Futagawa, que levou Frank Gehry ao encontro de Philip Johnson, mestre da Escola de Chicago que até então desprezava o canadense-californiano por trás do Guggenheim de Bilbao, e mostrou pela primeira vez a casa Katsura, marco da arquitetura japonesa, a Le Corbusier. Também apresentou o francês vencedor do último prêmio Pritzker Jean Nouvel a Álvaro Siza, que agora se reuniu com Niemeyer, no Rio.

“Foi inesquecível, esse encontro vai ficar para sempre no meu coração”, disse Futagawa à Folha, numa conversa no terraço do hotel Unique, projeto de Ruy Ohtake em São Paulo. Ele passara a manhã clicando os prédios de Niemeyer no Ibirapuera e fora ao hotel para retratar sua fachada ao cair da noite, imagem cotada para um número especial de sua revista.

“Não, o modernismo não morreu.” Futagawa diz que além de rever Niemeyer, descobriu Vilanova Artigas nesta viagem ao Brasil -ficou boquiaberto com a FAU-USP. “É de uma proeza impressionante como ele usa o concreto com força, de forma plástica.”

No Brasil, acredita que os arquitetos continuam criando projetos de peso, desdobrando preceitos do modernismo de forma original. “Fui contra o pós-modernismo”, admite Futagawa. “O modernismo não tem nem cem anos, é muito cedo para declarar sua morte.”

Fotografia artística e fotojornalismo

“Todos os objetos que não exigem ser experimentados esteticamente são objetos práticos, veículos de comunicação e funcionais. Para ser fotografia artística implica ser experimentada esteticamente, com olhar desprendido da intelectualidade e não emocionalmente relacionada com realidades exteriores. Sendo representação artística, pode conter aspectos práticos e de funcionalidade, mas estes são secundários. Um juízo emitido pelo vulgo ou senso comum, não é suficiente para se considerar “arte”. É preciso um juízo que ultrapasse o limite da subjetividade individual. Assim sendo, o fotojornalismo será uma linguagem prática e um veículo de comunicação funcional? A resposta é sim, embora tenha de se considerar aspectos colaterais que, somados aos primeiros, fazem da foto notícia uma composição tanto mais rica quanto maior for o número de elementos que a compõem. Mas sem desviar a atenção dos leitores daquilo que é primordial: o registro da essência da condição humana, em imagens capazes não só de informar os leitores como também de lhes trazer esclarecimentos, a nível racional. No fotojornalismo, é obrigatório algo mais: um determinado olhar teimoso, a visão crítica do fotógrafo-jornalista e a certeza de que nem todos os acontecimentos são notícia. O foto jornalista e o fotógrafo-artista, embora lidando com gêneros diferentes, têm, pelo menos, um ponto comum: ambos não deixam de pressupor um diálogo entre aquilo que representam e o observador. Tal é suficiente para se justificar uma inter-relação disciplinar, porque o destinatário dos seus trabalhos é comum – o Homem.”

in Perspectiva(s) e Fotojornalismo de Manuel Correia

Carnaval

O carnaval desse ano foi de descanso na casa de amigos em Campos do Jordão.

Beeeeem diferente do de 2008 que eu passei fotografando no Camarote da Brahma no Rio de Janeiro.

Como naquela época eu ainda não tinha blog, resolvi postar algumas fotinhos aqui.

Fotografias em queda livre revelam mais do que a leveza do ser


Em tempos de virtualização e desaparecimento do espaço público, fotógrafos internacionais se dedicam a imagens de pessoas levitando ou em queda livre. Entre eles, o brasileiro Aziz Ary com o projeto “Voar é preciso”.

Nos últimos anos, fotos de pessoas pulando, levitando ou em queda livre viraram tema, não somente através da fotografia artística, mas também por meio de atividades físicas como o parkour, a arte de encurtar a distância de um ponto a outro usando apenas a habilidade corporal – como atravessar a cidade pulando telhados e ultrapassando obstáculos.
Uma tendência que também se evidencia na propaganda e no cinema, como mostra o caso do filme Jumper (saltador), lançado em 2008. O mais interessante é que artistas de diversas partes do mundo parecem abordar o mesmo tema, muitas vezes sem tomar conhecimento da obra semelhante de outros artistas.
Embora com diferentes entornos, cores e locações, a fotografia em queda livre hoje faz parte do trabalho de diversos fotógrafos internacionais, como o francês Denis Darzacq, o americano Elijah Gowin, a alemã Julia Fullerton-Batten, o chinês Li Wei, a inglesa Sam Taylor-Wood e o brasileiro Aziz Ary.

Feitas sem nenhum truque fotográfico, as imagens de pessoas levitando que o brasileiro Aziz Ary realizou em diversos lugares do mundo aludem a um sonho de liberdade, de transcender o comum levando consigo quem se dispuser, afirmou o fotógrafo à Deutsche Welle.
O que começou como uma simples ilustração no perfil que mantinha numa rede social na internet suscitou o interesse de muitas pessoas. A partir daí, Aziz Ary teve a ideia de dividir essa “miragem fotográfica” convidando, através da internet, amigos e desconhecidos a participarem das fotos.
No projeto, que o autor chamou de “Voar é preciso”, as pessoas são convidadas a abandonar o solo segundo suas capacidades físicas. Aos internautas que lhe perguntam como faz suas fotos, Aziz Ary responde: “Muito simples. Você quer voar também?”.
Durante os meses que passou na Europa recentemente, a quantidade de pessoas interessadas e dispostas a fazer as fotos tornou-se maior que seu tempo disponível, conta o fotógrafo. As imagens surgiram espontaneamente durante os encontros com os modelos, a partir da influência do local, da luz, do imprevisto, acresceu.
Aziz Ary explicou que uma situação recorrente é a escolha de algum local próximo à moradia dos modelos, que participam ativamente do projeto através de afirmações como “Quero voar sobre a ponte que atravesso todos os dias”, “Tenho um velho jacaré empalhado, posso voar com ele?” ou “Sou dono de um bar. Que tal fazer levitar toda a minha clientela?”.

Fonte: Carlos Albuquerque / Deutsche Welle.

Achei intrigante!

Oscar por Annie Leibovitz

Por ocasião do Oscar 2009, a Vanity Fair produziu um ensaio misturando fotografia e cinema. Annie Leibovitz teve que representar a parceria entre atores e diretores indicados ao prêmio por um mesmo filme.
Eu achei lindo, eu adoro a Annie.
As fotos estão todas aqui embaixo, e a história toda está aqui:
http://www.vanityfair.com/culture/features/2009/03/actors-directors-portfolio200903

(a primeira foto, da Annie em ação, é de Kathryn MacLeod)


Meryl Streep e John Patrick Shanley


Christopher Nolan e Heath Ledger (viva o Photoshop!)


Darren Aronofsky e Mickey Rourke

Sam Mendes e Kate Winslet

Clint Eastwood
Penélope Cruz e Woody Allen

Gus Van Sant e Sean Penn

Nicole Kidman e Baz Luhrmann

Ron Howard e Tom Hanks
Danny Boyle e Dev Patel

Coleção Grandes Fotógrafos da Folha de São Paulo

No dia 1 de fevereiro a Folha de São Paulo iniciou a coleção “Grandes Fotógrafos”.
Todo domingo um tema é abordado através de imagens marcantes sob olhares de fotógrafos como Henri Cartier-Bresson, Robert Capa, Sebastião Salgado, Eugene Smith, Joseph Koudelka, Robert Doisneau, Steve McCurry, entre outros.
No total são 14 livros, cada um custa R$ 14,90, podem ser comprados nas bancas aos domingos ou a coleção toda de uma vez com um descontinho.

Hoje recebi a coleção completa de presente do meu pai que é assinante :o)

Ainda vem com uma caixa para guardar os 14 exemplares.

Dei uma olhada por alto: poucas palavras e muitas imagens… que é o que interessa.

Achei fantástica a oportunidade de ter tantas fotos maravilhosas e impressas nas minhas mãos… livros de fotografia costumam ser caros!

Fica a dica de um material de bom nível e preço bem acessível.

Novo visual

Já viram o novo visual do meu cliente amado Murilo Rosa?

Ele está assim para estrelar o filme “No Olho da Rua” e para viver Jesus na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém (PE) em abril. Essa foto saiu na Revista Veja semana passada e eu estava ao lado dele quando a foto foi combinada :o)))))

Explico: ele, Fernanda e Lucas estão em São Paulo este mês justamente por causa do filme que está sendo rodado por aqui. Nos encontramos para ver o vídeo do aniversário de 1 ano e batizado do Lucas. Amanhã nos encontramos de novo para Murilo gravar um depoimento para o filme, para escolhermos as músicas para um clipe e as fotos para o álbum. Que delícia :o)
(Foto by Fernando Moraes)

Trash The Dress

Olha só que máximo o que eu acabei de ver no blog do Anderson Miranda:

http://www.andersonmiranda.com.br/blog/2009/01/28/trash-the-dress-janayna-e-luis-making-of/

Trash The Dress, algo como, “jogue fora o seu vestido”, um ensaio feito pós casamento, sem a preocupação de estragar-lo…

Segundo Anderson:

“Trash the dress é a última moda nos Estados Unidos, toda noiva quer fotografar!
A proposta é simples: Por que deixar seu vestido estragando no armário? Por que não fazer fotos lindas e ousadas, em lugares inusitados, onde vc normalmente não iria.”

Tem até site:

www.trashthedress.com.br

Valeu Anderson!

(a foto é dele, é claro)
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